Como sabem o Rali Portugal decorreu entre 3 e 6 de abril e trouxe até ao nosso belo rectângulo à beira atlântico algumas das maiores estrelas mundiais deste tipo de corridas.
Confesso que sou um leigo destas coisas, e por isso quando olho para o fenómeno foco tudo menos as corridas, os pilotos e os automóveis.
Pelo menos sei que foi Sébastien Ogier, ao volante da Volksvagen a arrecadar o título de vencedor da competição lusitana. Aliás, o primeiro destaque que tenho é exactamente um dos prémios com os quais o piloto francês foi galardoado.
Parece que Ogier levou para casa o seu peso em litros de azeite, de uma conhecida marca portuguesa deste néctar de azeitona.
Foram 65 litros ao todo desta gordura vegetal que proporcionaram a Ogier fotos históricas.
Numa delas o piloto surge com um largo sorriso, ostentando orgulhosamente duas garrafas, como se de troféus se tratassem.
Meus amigos desculpem-me a ignorância, mas geralmente no final das competições de velocidades, os vencedores não costumam expelir champanhe para os céus, num ato de esbanjamento apoteótico?
Desconhecia o uso de azeite nestas andanças. Mas realmente tinham que adaptar a realidade azeiteira dos portugueses ao nosso rali.
Mas nem só de azeite se fez este rali. Um homem e a sua lata de cerveja também marcaram este evento desportivo.
Um jovem adepto de automobilismo foi captado em vídeo, por outros espectadores, a imitar o som emitido pelos carros que por ele iam passando.
Para tal imitação típica dos cachopos da instrução primária, o homem encostava uma lata de cerveja vazia à sua boca, e utilizando a ressonância própria daquele metal, ía imitindo ruídos
Vejam vocês mesmos …
Pois, eu bem vos avisei. Alguém a andou a desviar as garrafas do prémio e a mandar shots de azeite à exposição intensa do sol. Ou então o rapazola é sempre assim...
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